quinta-feira, 19 de novembro de 2009

FOFA

Nos foi proposto uma atividade com um nome originalíssimo FOFA. Tivemos que pensar em momentos, no decorrer do curso, que exprimissem FORÇAS, OPORTUNIDADES, FRAQUEZAS E AMEAÇAS.
... ? ... ? ... !


Quando acreditamos verdadeiramente em algo, buscamos FORÇAS para superar os obstáculos. Vi que esses encontros eram OPORTUNIDADES de crescimento profissional, troca de experiências com colegas de outras realidades e práticas diferenciadas para se atingir os mesmos objetivos em sala. Quanto as FRAQUEZAS ... , elas sempre nos rondam quando vemos o tempo correr, quando vemos imprevistos acontecerem no cotidiano escolar, quando vemos incompreensão de colegas que não aceitam, não querem saber de mudanças. É uma pena!!!!!!As práticas em sala de aula ficaram mais dinâmicas, mais prazerosas, muito mais participativas e menos conteudistas. Acredito que as AMEAÇAS serão muitas a partir do momento que colegas descrentes da nova proposta não queiram compartilhar conosco dos rumos que os conteúdos, provavelmente, tomarão nos próximos anos .


"Aprender é a única coisa


de que a mente nunca se cansa,


nunca tem medo e nunca se arrepende."

Leonardo da Vinci

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

TP2 Questões ligadas ao ensino da gramática



Na última quinta-feira, 12.11, o grupo se reuniu para mais uma tarde de estudo.Assistimos dois vídeos: "Quem mexeu no meu queijo - a OUSADIA DE MUDAR NA HORA CERTA" e "Magali em Chapeuzinho Vermelho 2" - A RESISTÊNCIA AO NOVO - ambos da GOOGLE Vídeo.

Compreendemos que o ensino da língua foi desviado para o ensino da teoria gramatical. Nessa prática centenária, nossos alunos demonstram desinteresse e verdadeiro pavor da disciplina.A prioridade dada à Gramática Tradicional nas escolas, levou a maioria do povo sentir-se incompetente em dominar sua própria língua. Urge que trabalhemos a língua brasileira nas escolas. Como pode ser erro fatos da língua em que uma nação inteira se apropria para se comunicar com seus pares?

É preciso privilegiar o texto em sala. Ensinar nossos alunos a serem "poliglotas" na própria língua. Aprenderem adequar o discurso à modalidade a que se desejam comunicar-se. Assim, estaremos formando alunos críticos, donos do próprio discurso e futuros componentes de uma sociedade mais humana e justa.
"As leis não bastam


Os lírios não nascem da lei"
Drummond